Ligações a algumas páginas com projectos de Radioastronomia:

Society of Amateur Radio Astronomers (SARA)

NASA Radio Astronomy

Radio Astronomy on 11 GHz

National Radio Astronomy Observatory .

Ainda, a revelação irreverente e sem reservas, sobre os factos ocorridos com a triste parceria que fracassou entre 2006 e 2014 com os professores do IST-Taguspark, que tinha por fim valorizar o trabalho junto das escolas e partilhar os projectos e os bens criados e reunidos pelo Observatório Aeroespacial de Oeiras, partilhados com a AMRAD, quer depois em 2006 com o IST-Tagus, a saber:

Esboço do projecto de criação e partilha do CEP e Radiotelecópio no IST com o Observatório Aeroespacial de Oeiras através da AMRAD foi apresentado e proposto em 2006

Foi assim nestes termos, que o projecto de criação e partilha do CEP e Radiotelecópio no IST foi apresentado em 2006

No âmbito do projecto de construção do Observatório Aeroespacial de Oeiras, desde a sua instalação original no Centro de Juventude Oeiras, através da parceria inicial com a REP em 1998 (ex-CS1MAR) e depois com a criação da AMRAD no ano de 2002 (ex-CS1RAD), os autores e fundadores do projecto, trabalharam durante vários anos no sentido de se conseguir reunir um conjunto de meios técnicos de excepção, muito dispendiosos e difíceis de obter, que tiveram de ser reunidos e criados, começando também e paralelamente a partir da obtenção e ou construção de antenas adequadas para a instalação de uma ou de várias estações de Radioastronomia, uma vertente pedagógica e multidisciplinar do Radioamadorismo Científico a que estamos associados desde a nossa fundação.

Os fundadores do Observatório Aeroespacial de Oeiras durante cerca de 8 anos, reuniram equipamentos e diversos sistemas receptores, alguns adquiridos financeiramente através de projectos a isso dedicados, e assim conseguiram no ano de 2006 uma oferta excepcional da ex-Marconi a Portugal Telecom, que ofereceu um basto conjunto de (8) oito antenas parabólica de diversas dimensões, entre 2,8 metros a 5 metros de diâmetro. Tratava-se de material completo, da melhor qualidade profissional, financeiramente impossível de ser obtido por qualquer organismo associativo, sendo que, algumas dessas antenas nunca teriam sido utilizadas, e estavam dotadas de sistemas de controlo remoto de posicionamento e fixação mecânica.

Sistema e Antena, que foi roubada do campus do IST oferecido pela PT

Sistema e Antena, que foi roubada do campus do IST oferecido pela PT

O vasto acervo, foi transportado com o apoio de um colega e amigo, sócio fundador da Associação Observatório Aeroespacial AMSAT-CT, que para tanto fez deslocar de Leiria (gratuita e exclusivamente destinado ao projecto do observatório) um veículo TIR capaz de numa só viagem, transportar as várias toneladas de equipamento oferecido pela ex-Marconi.

Infelizmente, sempre incautos, todos estivemos sempre crédulos das aparentes boas intenções do grupo de professores e funcionários do IST-Taguspark, que, ao tempo, em nome dessa instituição se nos apresentavam como gestores do IST e responsáveis das acções de parceria que o Observatório Aeroespacial de Oeiras lhes propunha, e estava directamente e ou através da AMRAD a partilhar com o IST sediado no Taguspark.

Embora o Observatório Aeroespacial de Oeiras dispusesse de espaço adequado, por este excesso de confiança e pela manifesta boa-fé e honestidade com que trabalhávamos, acedemos e foi ali, fielmente depositado no campus do IST à guarda quer desses professores quer da administração do IST, todo esse vasto acervo, que as imagens revelam.

Para surpresa nossa, passados alguns meses, num total laxismo e irresponsabilidade, todo esse material foi misteriosa e impunemente roubado das instalações do IST em duas fases (períodos seguidos), sem que, nem antes, nem posteriormente ao primeiro roubo ali ocorrido, com empresa de segurança e uma vasta rede de câmaras de vigilância em todo os perímetros, a administração do IST e particular e ou veementemente algum desses seus gestores com quem dialogávamos directamente e em nome do IST, acreditando Nós que o fazíamos em bom nome, com a administração do IST, fizessem algo para proteger e preservar o acervo emprestado e a eles confiado.

Mais estranho, impediram inclusive em 2008 a direcção quer da AMRAD quer do Observatório Aeroespacial de Oeiras de apresentar uma queixa formal às autoridades, procurando identificar e defender os bens que lhes tínhamos ali confiado, afirmando-nos então, que não queriam o nome do IST envolvido nesse assunto, essa foi a explicação então apresentada pelos Dr. Moisés Piedade e Teresa Vazão, sendo este, o responsável pela salvaguarda dos bens ali e a ele confiados, por sua determinação. Tudo ocorreu, num conjunto de actos, cheios de muitos mistérios e que resultou na perda total de um vasto acervo de bens, avaliado em mais de 125.000 Euros.

Recentemente, em 2014, um grupo de funcionários e radioamadores filiados recentemente na AMRAD depois de 2014, acabariam por retirar o que restou das parabólicas, levando-as para local desconhecido, sem que a actual direcção da AMRAD tenha tido a dignidade, como aliás nunca o fez nas suas relações com terceiros, de legal e legitimamente de boa-fé informar ou de notificar o legítimo proprietário e titular legal do vasto acervo em referência. Tanto mais que, nenhuma dessas pessoas envolvidas nesse acto, é sequer contemporâneo da referida doação desses bens ao Observatório Aeroespacial de Oeiras que partilhava com a AMRAD e todo ele confiou à guarda do IST. Os factos são estes, liminarmente, não existem outros.

Uma das 6 antenas de 2,8 metros, que foi emprestada pelo Observatório Aeroespacial de Oeiras à EMPORDEF para uma exposição na FIL (também foi depois roubada do IST).

Uma das 6 antenas de 2,8 metros, que foi emprestada pelo Observatório Aeroespacial de Oeiras à EMPORDEF para uma exposição na FIL (também foi depois roubada do IST).

Os autores e fundadores do Observatório Aeroespacial de Oeiras o projecto associativo que foi agora reconduzido como organismo associativo dotado de personalidade jurídica, nunca conseguiram dialogar nem com a administração do IST, nem com os professores, alunos, ex-alunos e funcionários do IST que são agora os novos proprietários e dirigentes da AMRAD que, com dolo e esbulho, com manifesta má-fé e abuso de confiança, mantém encerrados dentro do IST os bens que restaram entre todos os bens materiais criados durante 18 anos de ininterrupta actividade associativa, são os bens que estratégica e intencionalmente, de forma danosa, não conseguiram preservar ou abandonaram, bem como outros mais meios que material e financeiramente foram supridos (emprestados) ao próprio IST (que segundo nos informavam não tinha verbas e nunca investiu dinheiro nestas acções, incluindo material que emprestava-mos, objectivamente destinado a teses de mestrados de alunos, que nunca devolveram ou ressarciram) tudo bens que cumulativamente lhe foram emprestados e confiados desde 2006, impedindo depois e agora o acesso às instalações, que são do IST uma entidade pública, à qual não podemos aceder, para que agora com a mesma boa-fé com que suprimos e emprestámos esses bens, pudéssemos recolher aquilo que legalmente nos pertence e que ainda restou da triste e fracassada parceria criada em 2006 com o IST-Tagus, num profundo e ilegal conflito de interesses corporativos, académicos e profissionais.

Do fato, resta-nos pedir desculpas sinceras, à administração da Portugal TELECOM, pelo fracasso desta iniciativa em quem Nos confiaram plenamente e não conseguimos proteger. Estamos decididos e determinados em prosseguir com a construção do Radiotelescópio, ele há-de-ser uma realidade fora do IST-Taguspark, mas dentro do concelho de Oeiras e em outros concelhos, em lugar livre de esbulhos e má-fé, tal qual foi planeado em 1998 pelos seus autores.

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